fecha a janela 

página principal 

página de índice 
  cidades | apresentação | comércio e indústria |  voltar imprimir avançar   
     
   História
   Biografias
   Fotos
   Símbolos
   Agricultura
   Água e Energia
   Comércio e Indústria
   Comunicação
   Cultura
   Ensino
   Entidades
   Estatísticas
   Esportes
   Poderes
   Religião
   Saúde
   Segurança
   Transportes
 
 

Comércio e Indústria

Indústria e comércio

Algumas lojas antigas do município merecem destaque pelo tempo que ficaram abertas ou pela sua importância no cenário econômico de Regente Feijó, como a Confiança e a Botafogo. A Confiança atravessou algumas dificuldades financeiras e foi consumida por um incêndio. A loja Botafogo pertencia à família Makari (Chucri, Kalil); e a Casa Verde, ao Sr. Assad. Na cidade também funcionou as Casas Pernambucanas, de renome e abrangência nacional. Na linha de auto-peças, a Auto Peças Pires. Existia também um posto de gasolina, que ficava perto da Farmácia Silveira, onde localiza-se atualmente uma padaria. Havia uma auto-peças, onde hoje existe uma casa de material de construção, o Casarão; havia também a auto-peças Vieira, na confluência das avenidas Regente Feijó e Clemente Pereira.

No setor industrial existiam a Sanbra (Sociedade Algodoeira Nordeste Brasileiro) e a Vocarq, onde hoje está instalado o Milho Malacrida.

Entre as farmácias existentes na época destaca-se a Farmácia Silveira, de propriedade de Juca de Oliveira Lima, que empresta seu nome ao Conjunto da Cecap (Vila Juca de Oliveira Lima); e a Farmácia Brasil, pertencente ao Sr. Alziro, que teve como sucessor do empreendimento o Sr. Koiama, que continua até os dias atuais.

Ao lado do Banco Itaú, existia a Padaria Pão de Ouro, de Ermenegildo Perazolo, mais conhecido como Gildo.

Mais indústrias e comércio

 

Além da Volkart, Sanbra, e Swift, havia a Bandeira, uma indústria de bebidas, que foi pujante, da década de 60 até o início da década de 80.
No setor comercial se tem notícias dos armazéns de Domingos Portolezi, próximos ao antigo cinema, onde hoje funciona a Caixa Estadual; e de Montano Portalezi, que localizava-se onde atualmente é a sapataria do Ivon.

Existiu também a Garota da Cidade, uma loja de artigos para presentes, que mais tarde foi assumida por Valdomiro, e com o seu falecimento, foi adquirida por outra proprietária, fechando logo depois.

Havia algumas serrarias no município, que era muito rico em madeira, como a São Bento (logo após o atual pontilhão); outra de propriedade do Sr. João Moraes, que ficava na antiga saída de Regente para Indiana, à frente do Fórum; e a serraria Swift, que ficava nas imediações do embarcador. Existiam também alguns comerciantes, donos de armazéns tradicionais, que vendiam produtos sob encomenda.

João Jorge Jabur mantinha comércio nas imediações do Bradesco. Um português, cujo nome os moradores antigos não recordam, possuía um armazém na Barra Funda, à Rua Marechal Floriano, esquina com a Barão do Rio Branco.

João Moreno possuía um armazém na rodoviária, onde atualmente funciona uma igreja protestante.

Por volta de 1980 chegou Eli Vasconcelos, dedicando-se ao comércio de sapatos e vestuário. Ele permaneceu na cidade, casou-se e tem a família toda estabelecida em Regente Feijó.

Celeiro de comerciantes

Regente Feijó possuiu bons comerciantes, mas que saíram porque a cidade era muito pequena e foram se estabelecer em Presidente Prudente. Entre eles destaca-se Felício Gervazoni, no ramo de calçados; e José da Silva, um dos precursores das lojas populares em Prudente.
O Sr. Mori também merece ser lembrado. De origem japonesa, era agricultor, dono de uma padaria e de um bar. Com o produto da safra de algodão, ele construiu, por volta de 1950, o primeiro sobrado de Regente, onde existe atualmente, um clube que já foi muito movimentado. É o prédio mais alto da cidade.

Além da pecuária no início da criação do município, e das plantações de algodão e café em terras férteis, Regente teve as indústrias como principal fator na economia. Serrarias como as de Ernesto Fewheter, de Felipe Berni e de José Soares escreveram as primeiras linhas da história. Depois chegaram as olarias, como a de Otávio Tafner, a Cia. Aviação. Surgiram as também as primeiras máquinas de café, de Vitório Estéfano e Saraiva. As primeiras padarias eram de Alemão e José Lima, e a primeira fábrica (de bebidas) foi a de José Gomes.

Atualmente, outras indústrias ajudam a mover a economia do município, entre elas, a Fábrica de Laticínios Doces Silva Ltda., localizada no bairro Palmitalzinho. A fábrica foi fundada em 1977, por Vânia Malacrida Perego e Silvana Perego Dundi. O produto é distribuído nos estabelecimentos comerciais da região.

Outras indústrias de Regente são a Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor e a Prepon Industrial Ltda. A Prepon é uma das cinco empresas do ramo instaladas no Brasil, sendo que ela atua em várias obras espalhadas pelo país.


Bancos

Além do banco Bradesco, existiam em Regente o Banco Brasul, que mais tarde deu lugar ao Banco Itaú; o Banco Libanês de Comércio, onde funciona hoje o escritório do doutor Marcos, no centro da cidade. Houve um período em que se instalaram a Caixa Econômica Federal e a Caixa Econômica Estadual, que funcionava onde é o bar do Ito, na esquina da Clemente Pereira, mais tarde (1980) transferida para o centro, onde está até os dias atuais. O Bradesco construiu prédio próprio; o Itaú saiu da esquina e transferiu-se para outro lugar, e o Banco do Brasil funciona em prédio recente, onde estava instalada a oficina do Sr. Ivo Peretti - eletricista.

Atualmente, Regente Feijó é servida pelos Bancos do Brasil, Bradesco, Itaú, Banespa/Santander e Nossa Caixa Nosso Banco.

 

 

 

 

 

 

volta ao topo da página  
Copyright © 2003. EMUBRA. Todos os direitos reservados